quinta-feira, 1 de julho de 2010

SERIAL KILLER - Jeffrey Dahmer

Jeffrey Lionel Dahmer (21 de Maio 1960 - 28 de Novembro, 1994) foi um serial killer Americano. Dahmer assassinou 17 homens e garotos entre 1978 e 1991, sendo a maioria dos assassinatos ocorridos entre 1989 e 1991. Seus crimes eram particularmente hediondos, envolvendo estupro, necrofilia e canibalismo.

Infância e adolescência
Jeffrey Lionel Dahmer
Dahmer nasceu em Milwaukee, Wisconsin, no dia 21 de maio de 1960, às 15h34m. Filho de Lionel e Joyce Dahmer. Sua família em breve se mudou para Bath, Ohio, aonde estudou na Revere High School. Dahmer dissecava animais mortos e em sua adolescência era alcoólatra e solitário.
Dahmer estudou na Universidade de Michigan, mas largou o curso após dois semestres. O pai de Dahmer então o forçou a entrar no Exército, aonde ele foi forçado a servir por seis anos mas foi dispensado após dois anos, devido ao seu alcoolismo. Quando o Exército dispensou Dahmer em 1981 eles lhe deram uma passagem de avião para qualquer lugar no país. Dahmer disse a polícia que não conseguiria ver seu pai então foi para Miami Beach, Florida porque ele estava "cansado do frio".
Em 1982 Dahmer mudou-se para casa da sua avó, em West Allis, Wisconsin, onde morou durante seis anos. Em Agosto desse ano foi detido por se expor a si mesmo numa feira estatal. Em Setembro de 1986 foi novamente preso por exposição pública (atentado ao pudor), depois de dois rapazes o terem acusado de se masturbar em público. Foi condenado a um ano de prisão, no entanto só cumpriu 10 meses.
No Verão de 1988 a sua avó pediu-lhe que saísse de casa, devido ás suas noitadas e maus cheiros provenientes da cave. Dahmer mudou-se para um apartamento em Milwaukee's West side.
A 25 de Setembro de 1988 foi detido por molestar um rapaz de 13 anos. Foi novamente condenado a um ano, tendo cumprido 10 meses. Dahmer convenceu o juiz que precisava de terapia e foi libertado. Pouco depois começou uma onda de crimes, que só terminaram em 1991.

Homicídios
Uma de suas vítimas
Nas primeiras horas da manhã do dia 30 de Maio de 1991, Konerak Sinthasomphone (irmão mais novo do rapaz que Dahmer tinha molestado), de 14 anos, foi encontrado na rua nu, sob influência de drogas e sangrando do ânus. Os relatórios sobre o estado do rapaz variaram. Dahmer disse á polícia que Sinthasomphone era seu namorado e que eles tiveram um desentendimento enquanto bebiam. Contra os protestos do rapaz, a polícia devolveu-o a Dahmer. A polícia sentiu um odor estranho em Dahmer, mas não investigou. Mais tarde foram encontrados corpos, atrás do seu quarto, entre eles o de Sinthasomphone. Dahmer matou e desmebrou Sinthasomphone, guardando o seu crânio como lembrança. John Balcerzak e Joseph Gabrish, os dois polícias que devolveram Sinthasomphone a Dahmer, foram despedidos, depois das suas ações terem sido bastante publicitadas (incluindo uma cassete em que os polícias faziam depoimentos homofóbicos e piadas sobre como tinham reunido "os amantes" ).
No Verão de 1991, Dahmer matava aproximadamente uma pessoa por semana: Matt Turner (30 de Junho), Jeremiah Weinberger (5 de Julho), Oliver Lacy (12 de Julho) e Joseph Brandehoft (18 de Julho).


Prisão
Jeffrey Lionel Dahmer
A 22 de Julho de 1991 Dahmer atraiu Tracy (Traci) Edwards a sua casa. Segundo a vítima, ele e Dahmer lutaram para este lhe pôr algemas.
Edwards conseguiu escapar e chamou a polícia. Edwards conduziu a policia até ao apartamento de Dahmer.
Quando percebeu que tinha sido apanhado tornou-se violento, mas um polícia subjugou-o. Foram encontradas várias fotografias de vítimas assassinadas, despojos humanos (incluindo cabeças e pénis), alguns deles guardados no frigorífico.
A história da detenção de Dahmer e o inventário ao apartamento 213 ganhou grande notoriedade: vários cadáveres foram encontrados em vasilhas de ácido, várias cabeças foram encontradas no seu frigorífico, e um altar de velas e crânios humanos foi descoberto no seu armário.
Dahmer foi acusado de praticar necrofilia, canibalismo e uma forma de trepanação, para criar "zombies".
Julgamento
Suas Vítimas
Jeffrey Dahmer foi oficialmente acusado de 17 assassinatos, que mais tarde foram reduzidos a 15.
As acusações eram tão pesadas, que as autoridades nem o acusaram da tentativa de homicídio de Edwards.
O julgamento começou em Janeiro de 1992. Apesar de todas as provas apontarem para si, Dahmer declarou-se inocente e alegou insanidade.
O tribunal considerou Dahmer culpado dos 15 homicídios, e condenou-o a 957 anos de prisão.
Mais tarde Dahmer exprimiu remorsos e disse que desejou a sua própria morte.


Prisão e Morte
Dahmer cumpriu a pena no Columbia Correctional Institution em Portage, Wisconsin, onde se tornou cristão. Esta conversão ocorreu graças ao material evangélico enviado pelo seu pai. Roy Ratcliff. Um padre local concordou em batiza-lo.
Depois de assistir a um serviço religioso na capela da prisão, um preso tentou cortar a garganta de Dahmer com uma lâmina de navalha. Dahmer ficou apenas com feridas superficiais.
Em 28 de Novembro de 1994 Dahmer e outro preso Jesse Anderson foram espancados até á morte por Christopher Scarver. Dahmer morreu a caminho do hospital, devido a vários traumas na cabeça.
O apartamento 213 foi demolido e agora é um lote vago. Existem planos para o tornar num jardim em memória ás vitimas.
Em 1994 Lionel Dahmer publicou o livro A Father's Story e doou o dinheiro aos familiares das vítimas. Lionel está reformado e vive com a mulher em Medina Country, Ohio. Ambos afirmam que continuam a amar Jeffrey, apesar dos seus crimes

Joel Peter Witkin: A Arte na Morte.

Okey Galera, este é um Re-post de uma matéria minha. O texte têve de ser re-feito, pois eu apenas tinha as imagens. Porém, está bem mais completo agora. Para quem pediu, aí está:
Nascido em 1939 em Nova Iorque, Joel-Peter Witkin ficou conhecido pelo seu trabalho fotográfico marcante, onde mistura corpos defeituosos com símbolos sado-masoquistas, pedaços de cadáveres com ícones religiosos, tudo completado pelo acabamento artesanal que transforma cada fotografia sua numa peça única.

Witkin começou a fotografar aos 17 anos, quando determinou fazer o retrato de um rabino que afirmava ter visto e conversado com Deus. Sendo ele filho de pai judeu ortodoxo e de mãe católica, a temática religiosa esteve sempre presente na sua obra.

Depois do rabino visionário, fotografou um hermafrodita num circo de horrores de Coney Island. A fascinação foi tanta que ali ocorreu também a sua primeira experiência sexual, que deixou marcas na sua obra.

Quando chegou a época de se alistar no exército, Witkin recebeu a missão de documentar fotograficamente as mortes acidentais ocorridas em treinos militares. “Cheguei a endurecer-me de tal forma em relação á morte que me alistei como fotógrafo no Vietnam”, disse Witkin.
Afastado do exército, voltou à fotografia artística, formando-se Master of Arts na Universidade do Novo México em 1976

Quando fez a sua primeira exposição individual em 1980, em Nova Iorque, transformou-se imediatamente em foco de atenção. Por um lado, recebeu elogios pela profundidade temática da sua obra, calcada nos temas da dor e da morte e escorada por referências clássicas; por outro, foi atacado como sensacionalista, despudorado, blasfemo e outros adjetivos menos respeitáveis.

Witkin centra-se em tudo aquilo que a sociedade marginaliza. Contrariamente ao que é feito na maioria da Arte, Witkin traz a público a condição humana mais degradante e assustadora, não somente como uma provocação e uma crítica social e estética, mas também como forma de fazer notar que até no grotesco se pode encontrar beleza. (Hããã… tá… okey.)

Este fotógrafo obriga a quem o vê a aceitar o lado horrível da coisas e, para além disso, a reconhecer nele o direito à existência e à sua exposição sem qualquer tipo de reserva ou pudor.

As referências aos clássicos da pintura e da escultura estão quase sempre presentes nas fotografias de Witkin.
Ele estudou a fundo a arte religiosa, com ênfase em Giotto, e também simbolistas como Gustav Klimt e Alfred Kubin.
Na sua obra também se encontram elementos de crítica social. Ao mostrar o horrível, é também uma forma de crítica contra a beleza artificial e padronizada que a mídia espalham por todo o mundo.

O trabalho de Witkin é detalhista. Cada fotografia começa como um esboço rabiscado no papel, passa por uma difícil etapa de produção, quando os modelos e os objetos de cena são procurados, entra por uma meticulosa sessão no estúdio e passa por muitas horas no laboratório de pós-produção, com manipulação directa sobre o negativo, propositadamente maltratado com agentes químicos e ação física.
O Sepia predomina em todo o seu trabalho, embora por vezes também use o Preto e Branco. Uma das razões para isto, talvez seja o fato do Sepia ser uma tonalidade que confere às imagens um ar antigo e decadente, além dos contrastes serem mais acentuados. Sendo o trabalho de Witkin todo ele decadencista e bizarro, o Sepia é uma tonalidade que assenta perfeitamente, ajudando a criar atmosfera e intensificando o impacto dos elementos presentes nas imagens.



creditos

Bizarrices - Matérias IssoÉBizarro

A Doutrina do Choque

Cá estou, com um interessande documentário sobre o método de Choque usada nos anos 40 em doentes mentais, então prolongada de maneira metafórica para manter toda a população sob manipulação, claro, sob a elite mundial.
É um documentário de Naomi Klein, que mostra que não só o Nazisno e o Comunismo foram criados pela elite, mas também o capitalismo, fora orquestrado para contruir uma realidade que nos leva à utopia de uma nova ordem mundial, claro, almejada pela pequena e exclusiva elite.
Métodos covardes, que oprimem toda a população ainda nos dias de hoje.




creditos ao http://issoebizarro.com/blog/page/5/

O poder devastador do Coaxial, droga Russa.

O nome em Português, é “Coaxial”, e se trata de um antidepressivo muito utilizado na Rússia, vendido em qualquer farmácia sem receita médica. Atualmente, muitos toxicodependentes  estão utilizando o coaxial como um substituto para drogas como o ópio, já que ele pode ser comprado legalmente nas farmácias. O processo de sua preparação para a via intravenosa não exige muito trablho e nem quaisquer outros ingredientes. Mas o pior de tudo isso é que, além de dependência física, o coaxial causa dependência psicológica muito forte, e consequências destrutivas para o organismo como um todo, bem piores que a heroína ou mesmo do ópio.
Utilizado de forma correta (via oral), o Coaxial é um antidepressivo eficaz e inofensivo, porém se utilizado da forma errada (injetável), o usuário desenvolve rápido cárie cervical (tipo de cárie que começa dentro da raiz do dente para fora), e em apenas uma semana a boca do indivíduo está cheia de dentes podres “tocos”, além disso, o coaxial leva a perda irreversível da visão devido à progressiva trombose dos vasos da retina. Quando injetada, a droga obstrui os vasos sanguíneos e, consequentemente, acaba gerando gangrena (como podemos ver claramente no vídeo postado), está se tornando cada vez mais comum encontrar jovens amputados pelos hospitais e ruas do país. Devido ao seu fácil acesso e baixo custo, esta droga está se tornando um problema de saúde pública na Rússia assim como o Crack no Brasil.



Do 15º andar

Você já imaginou como fica alguém que se joga do 15º andar? Geralmente é até dificil imaginar tal situação.
Em Maringá (PR), um infeliz se jogou do dito andar, o que resultou em chocantes fotos. Veja abaixo:
Por Marques Marcelo
Sem risco de sobrevivência.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Melhor video do ano

De quebra, olha só essa aqui! Eu ri toneladas com essa! Acho que foi a 1° vez que um “religioso” provou que “Deus” não existe:












“Olhe pra cima! Pense em Deus! Pense em algo positivo!” (E Morra Miseravelmente, sub-celebridade idiota!)

Fogos juninos, mortes juninas creditos ao'' issoÉBizarro''

Já dizia o sábio, “Onde existe gente e bebida, existem fatalidades” (Sábio porra nenhuma, nunca li isso em canto algum!).
As festas juninas são muito antigas, anteriores inclusive ao cristianismo e – conseqüentemente – à Igreja Católica. Suas origens estão no Egito Antigo, onde nesta época era celebrado o início da colheita, cultuando os deuses do sol e da fertilidade.
Com o domínio do Império Romano sobre os egípcios, essa tradição foi espalhada pelo continente europeu, principalmente na Espanha e em Portugal. Quando o cristianismo tornou-se a religião oficial do Ocidente, a festa mudou para homenagear o nascimento de São João Batista, que foi quem batizou Jesus.
Por ser colônia portuguesa, o Brasil herdou o costume, principalmente no Nordeste, em que os festejos coincidem com a colheita de milho. A data passou a parte do calendário
católico, seguindo o exemplo de outras comemorações de dias santos, como o nascimento de Cristo (Natal) e sua morte (Páscoa).
As chamadas festas juninas reúnem as homenagens aos principais santos reverenciados no mês de junho: Santo Antônio, São João e São Pedro. A época é marcada por brincadeiras, comidas típicas, dança e muita superstição, presentes nas simpatias juninas. É a hora de se vestir de caipira e aproveitar esta festa que é um misto de profana e religiosa.
Mas em tudo, existem antas e suas antisses. Rojões, foguetes, ou qualquer coisa que envolva pólvora e combustão, deve ser feito com o máximo de segurança, se não, você pode abacar assim:
E tem que ter cuidado, não tem outra saída. O fogo não escolhe vítima, pega sempre o mais próximo, este, merecendo ou não. No final das festas, como ficam as vítimas de tais acontecimentos resultos do descuido e irresponsabilidade? Pois é, elas ficam:
Vamos ter cuidado, galera. Pode enfiar a cara no quentão – ou qualquer outra porra -, mas, nada de fogo nem de trânsito!
É certo que milagre pode até existir, mas você não vai querer usar, vai?